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Emílio Odebrecht

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Cenário eleitoral em Brasília, uma análise sem tendências

Instabilidade político-eleitoral cerca o Distrito Federal e dificulta estratégias de campanha para 2014

O Instituto Dados divulgou pesquisa realizada em setembro e confirma a instabilidade eleitoral em que o Distrito Federal se encontra.
Em meio aos transtornos políticos existentes no Brasil nos últimos meses, fraqueza de governabilidade no atual governo do Distrito Federal e corrupção, o cenário eleitoral para 2014 encontra-se instável e sem percepções de possível vencedor na corrida eleitoral para o governo do Distrito Federal.
O resultado com nomes definidos foi mínimo e a maioria dos eleitores permanece sem candidato, indeciso ou sem opção de escolha.
Segundo o Instituto Dados, Roriz segue com 6% das intenções de voto, Agnelo com 5,3%, Arruda com 5%, Reguffe com 4,4% das intenções. O número de indecisos é alto. Mais da metade não sabe em quem votar, 62%. Nota-se que a diferença entre candidatos é mínima, o que atende à margem de erro podendo inferir um empate técnico. Isso mostra que em 2014 tudo pode acontecer. Roriz está na frente dos demais, no entanto, com uma diferença mínima e um número muito baixo. Deve-se levar em consideração também que Rollemberg estuda ser candidato ao governo do DF e este não consta na pesquisa. A rejeição dele é baixa e está em evidência no cenário político brasiliense.
Além do mais, com uma diferença mínima entre candidatos, a distância das eleições e um número tão alto de indecisos, o quadro eleitoral pode sofrer mudanças drásticas. Não se pode prever vencedores neste quadro. O que se pode analisar é que a instabilidade político-eleitoral no Distrito Federal é grande e as estratégias de campanha devem levar em consideração a insatisfação popular com a política brasileira.
A bandeira clamada pela sociedade é fim da corrupção, educação, saúde e segurança. E certamente, essas devem ser as bandeiras acolhidas pelos candidatos para venderem sua imagem para o eleitorado. Mas é preciso cuidado, a insatisfação é alta, a descrença política está cada vez maior e a cobrança popular tende a aumentar.

*Com informações do Blog do Odir

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